Um café feito na hora, um suco de laranja refrescante, uma sobremesa açucarada. Alimentos como esses, que para a maioria das pessoas remetem a experiências prazerosas, podem ser sinônimo de dor para quem tem dentes sensíveis.
Esse problema é conhecido como hipersensibilidade dentinária cervical, a qual afeta cerca de 15 milhões de brasileiros, de acordo com estimativas mundiais. Apesar de ser mais comum em adultos jovens, com idade entre 20 e 40 anos, pode aparecer também em outras fases da vida.
O sintoma é: dor aguda que surge devido a certos estímulos, como alimentos frios, quentes, ácidos e doces e escovação, e esse sintoma costuma ser confundido com uma cárie. Nem todo mundo, no entanto, procura tratamento. Mas é muito importante tratar! Então... prevenir é o melhor tratamento! É hora de ir ao Dentista!
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2. Dentes? Será possível recriá-los? Cientistas recriam dentes a partir de células-tronco.
Quando mencionamos bioengenharia, a última coisa em que as pessoas pensam são dentes. Órgãos vitais como o fígado, os rins ou o coração - os que matam o paciente caso deixem de funcionar, são uma coisa. Mas, dentes? Será possível recriá-los?
A bioengenharia avançou bastante nos últimos anos, e com isso surgiu a possibilidade de criar órgãos do zero. Os dentes são um alvo atraente para os bioengenheiros. Eles não mantêm as pessoas vivas, como o fígado e o coração, de modo que se um dente não crescesse de maneira correta, o dentista poderia simplesmente extraí-lo e começar de novo - algo bem menos temerário do que implantar um fígado criado por engenharia genética e vê-lo deixando de funcionar.
A posição dos otimistas foi estimulada pela confirmação de que existem células-tronco dentárias. As células-tronco têm a capacidade incrivelmente valiosa de se desenvolver na forma de tipos diferentes de tecido. No passado consideradas como presentes exclusivamente em embriões, agora se sabe que elas de fato persistem em muitos tecidos. As perspectivas são positivas para um futuro próximo, novos dentes a caminho... a partir das células-tronco.
A bioengenharia avançou bastante nos últimos anos, e com isso surgiu a possibilidade de criar órgãos do zero. Os dentes são um alvo atraente para os bioengenheiros. Eles não mantêm as pessoas vivas, como o fígado e o coração, de modo que se um dente não crescesse de maneira correta, o dentista poderia simplesmente extraí-lo e começar de novo - algo bem menos temerário do que implantar um fígado criado por engenharia genética e vê-lo deixando de funcionar.
A posição dos otimistas foi estimulada pela confirmação de que existem células-tronco dentárias. As células-tronco têm a capacidade incrivelmente valiosa de se desenvolver na forma de tipos diferentes de tecido. No passado consideradas como presentes exclusivamente em embriões, agora se sabe que elas de fato persistem em muitos tecidos. As perspectivas são positivas para um futuro próximo, novos dentes a caminho... a partir das células-tronco.
3. Porque os dentes mudam de cor?
Existem várias causas. As mais freqüentes são: a idade, ingestão de substâncias com corantes - como café, chá, fumo - traumatismos, tratamento prolongado com antibióticos, restaurações antigas, entre outras.